HOTELARIA: ADEUS ÀS AMENITIES

Adeus ao mini shampoo
O que a nova regulamentação europeia diz sobre o futuro da hospitalidade
Nova regulamentação que eliminará os amenities descartáveis em hotéis e porções individuais em serviços de alimentação a partir de 2030

Durante décadas, os pequenos frascos de shampoo, os mini cremes e os envelopes de açúcar pareciam parte do DNA da hotelaria. Tão onipresentes quanto as toalhas brancas ou a famosa placa de “não perturbe”. Mas a Europa decidiu que esse modelo já não faz sentido em um mundo que tenta levar a sério o problema dos resíduos. A nova regulamentação que eliminará os amenities descartáveis em hotéis e porções individuais em serviços de alimentação a partir de 2030 é, em essência, um lembrete incômodo para a indústria: a conveniência também tem custo ambiental. É o fim do luxo? Dificilmente. É mais um convite para redesenhar a experiência do hóspede com inteligência. Os dispensadores recarregáveis já funcionam em milhares de hotéis e, sejamos honestos, a maioria dos viajantes não escolhia seu hotel pela qualidade do mini shampoo. A pergunta interessante para a hospitalidade —e para a nossa região— é outra: se a Europa está mudando as regras do jogo, continuaremos agarrados aos formatos do passado ou aproveitaremos a oportunidade para inovar antes que a regulamentação nos alcance? Porque, no final, a sustentabilidade na hospitalidade não deveria ser apenas uma obrigação… mas também uma boa estratégia de negócio.

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Entidade sindical patronal da indústria do Estado de São Paulo, oficializada pelo MTE em 25 de janeiro de 1999, o SINDAL congrega, defende e representa os interesses das empresas que se dedicam à atividade econômica de projetar, fabricar, montar, suprir e dar manutenção em equipamentos e produtos para cozinhas profissionais e para a infraestrutura física de produção de alimentos servidos pelo setor do foodservice em geral.

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